10/12 | Manhã | Taísa Steter – Eixo temático: Da concepção da emenda parlamentar à sua execução pelo Poder Executivo.
Módulo I — Fundamentos jurídicos e regime das emendas impositivas
1. Natureza jurídica das emendas parlamentares: regime autorizativo e impositivo.
2. Emendas individuais e de bancada: fundamentos, limites, requisitos e particularidades municipais.
3. Destinação constitucional de recursos à saúde e condições de execução.
4. Competências do Legislativo e do Executivo: limites da indicação parlamentar e da atuação administrativa.
5. Marco normativo: Constituição Federal, Constituição Estadual, Lei Orgânica Municipal, LDO e LOA.
6. Repercussões da LRF, Lei nº 4.320/1964, Lei nº 14.133/2021 e Lei nº 13.019/2014.
Módulo II — Processo legislativo e planejamento orçamentário
1. Ciclo orçamentário e integração entre LDO e LOA.
2. Cálculo dos limites de apresentação e execução das emendas.
3. Apresentação, indicação, tramitação e aprovação das emendas.
4.Atuação das comissões legislativas: constitucionalidade, adequação orçamentária e responsabilidade fiscal.
5. Requisitos mínimos da indicação parlamentar e identificação dos beneficiários.
6. Compatibilidade entre o objeto da emenda, as políticas públicas e a programação municipal
Módulo III — Operacionalização e execução das emendas pelo Município
1. Regulamentação municipal: fluxos, competências, responsabilidades e prazos.
2. Recebimento, processamento e análise de viabilidade das emendas aprovadas.
3. Impedimentos de ordem técnica: identificação, fundamentação, saneamento e remanejamento.
4. Execução direta: contratação, empenho, liquidação, pagamento e comprovação do objeto.
5. Emendas destinadas a organizações da sociedade civil: formalização, execução e prestação de contas.
6. Programação financeira, limitações legais e responsabilidades dos agentes públicos.
7. Atuação preventiva das unidades administrativas e do controle interno.
10/12 | Tarde | Rodrigo Brayner – Eixo temático: Da execução à comprovação dos resultados — governança, transparência,
rastreabilidade e fiscalização.
Módulo IV — Governança, monitoramento e controle da execução
1. Governança das emendas impositivas: responsabilidades e articulação institucional.
2. Monitoramento da execução física, orçamentária e financeira.
3. Instrumentos de acompanhamento, indicadores e avaliação dos resultados.
4. Controle interno preventivo e gerenciamento de riscos.
5. Prestação de contas e comprovação da efetiva entrega de bens e serviços.
6. Irregularidades recorrentes, fragilidades documentais e riscos de responsabilização.
Módulo V — Transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares
1. Fundamentos da transparência ativa e da rastreabilidade dos recursos públicos.
2. Identificação da autoria, origem dos recursos, objeto, beneficiários e destinação final.
3. Rastreabilidade da execução orçamentária e financeira.
4. Transparência nas transferências a organizações da sociedade civil.
5. Publicidade dos instrumentos, pagamentos, resultados e beneficiários finais.
6. Boas práticas de integridade, transparência e controle social.
Módulo VI — Fiscalização pelo TCE-PE e conformidade municipal
1. Regulamentação do TCE-PE aplicável às emendas parlamentares.
2. Obrigações de transparência, rastreabilidade e prestação de contas.
3. Diretrizes do STF e repercussões sobre a fiscalização municipal.
4. Registros, sistemas e instrumentos de fiscalização utilizados pelo TCE-PE.
5. Principais achados de auditoria e riscos associados à execução das emendas.
6. Medidas preventivas e estratégias de adequação dos municípios pernambucanos.
11/12 | Manhã | Taísa, Rodrigo e Vera – Encontro prático: Emendas Impositivas sem Filtro — Desafios Reais da Gestão Municipal.
1 – Abertura — Da teoria à realidade municipal
Condução compartilhada
Breve contextualização da experiência de Ipojuca, das dificuldades de implementação e das diferentes perspectivas do Legislativo, Executivo e controle.
2 – Mesa de situações reais — Quem decide, quem executa e quem responde?
Taísa, Brayner e Vera
Debate sobre indicações parlamentares incompletas, impedimentos técnicos, insuficiência de planejamento, disponibilidade financeira, destinação a OSCs e conflitos entre agentes e órgãos
municipais.
3 – Pinga-Fogo — Perguntas que todo gestor já quis fazer
Perguntas provocadoras e participação livre
Respostas dinâmicas, contrapontos técnicos e discussão de situações controversas, inclusive a partir das perguntas trazidas pelos alunos.
4 – Oficina de solução — O que você faria nesse caso?
Estudo de caso: Município do Ipojuca/PE
Apresentação de dois ou três problemas envolvendo emendas, com participação da turma na identificação de riscos, responsabilidades, providências e soluções.
5 – Encerramento — Da experiência à boa prática
Síntese das orientações e construção coletiva de recomendações aplicáveis à rotina das administrações municipais.




