MÓDULO I – PLANEJAMENTO DAS CONTRATAÇÕES E LICITAÇÃO
- de estudo técnico preliminar-ETP para contratação de serviços comuns de engenharia?
- o nível de detalhamento do orçamento da obra na fase de ETP?
- justificativas são aceitáveis para adoção das contratações integrada e semi-integrada?
- a diferença de ETP para projeto básico? Solução x detalhamento da solução
- são as possíveis contratações correlates e interdependentes na elaboração do ETP para obras e serviços de engenharia?
- são as providências a serem tomadas pela Administração antes da contratação de obras?
- a diferença entre projeto básico e anteprojeto?
- o nível de detalhamento do projeto básico?
- prever e como elaborar uma matriz de riscos?
- a diferença entre matriz e mapa de riscos?
- da documentação técnica, quais informações devem constar no projeto básico?
- é permitido restringir a participação de consórcios?
- definir as condições de habilitação técnica? O que pode ser exigido e o que é demasiadamente restritivo?
- e como aceitar atestados de potencial subcontratada?
- o impacto do limite de subcontratação em obras? O profissional PJ na empresa é considerado subcontratação ou apenas um vínculo de trabalho?
- que pode ser considerado na estruturação de pontuação técnica nas licitações com critério de aceitabilidade melhor técnica e técnica e preço?
- é adequado utilizar menor preço ou maior desconto? Quais os impactos dessa decisão na elaboração de propostas?
- deve ser analisada as propostas dos licitantes? Como se comprova que os preços são inexequíveis?
- que caracteriza sobrepreço na fase de licitação? E como sanar esse vício?
- deve ser analisada a habilitação da proposta vencedora? Novos documentos podem ser aceitos para sanar vícios?
MÓDULIO II – FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS
- Qual a diferença entre fiscalização técnica e gestão contratual? Quais as responsabilidades e atribuições de cada um?
- Como deve ser analisado um projeto contratado e quais os cuidados para não ser responsabilizado por erro de projeto?
- Na contratação integrada e semi-integrada, quais os cuidados na aprovação de mudança de concepção de projeto?
- O cronograma contratual pode ser ajustado no início da obra? Quais cuidados a serem tomados para evitar irregularidades?
- O que pode ser mudado no projeto sem transfigurar o objeto?
- Quais os cuidados no controle de acréscimos e supressões contratuais para não extrapolar os limites definidos em lei?
- Posso impor acréscimos e supressões contratuais dentro dos limites legais?
- Quanto à manutenção do desconto global, pode ser imposta ou deve ser negociada com o contratado?
- Como deve ser realizada a medição dos serviços conforme o regime de execução adotado?
- Como realizar a medição da administração local de forma proporcional aos serviços executados? E como proceder nos acréscimos de serviços e dilações de prazo?
- O pagamento do reajustamento deve ser automático ou a pedido da contratada? Como medir e pagar reajustamentos evitando superfaturamentos? Como verificar o limite de acréscimos quando ocorre alterações antes e após a data base?
- Substituição de insumos por equivalência técnica. Quando é necessário aditivos contratuais ou não?
- Qual a diferença entre erro e imprecisão de projeto? Quais as consequências ao alterar o contrato fruto de erro de projeto? Quem é o responsável pelo erro e como quantificar o dano causado? A multa cobre o dano causado?
- Qual a diferença entre erro de quantificação e critério de quantificação? Quais situações a contratada terá direito ou não à alteração contratual?
- Como proceder a alteração contratual referente a erros de quantidades no orçamento em empreitada por preço global?
- Como deve ser analisado pleitos contratuais? Quais as consequências para o agente público que permite alterações indevidas? Qual o prazo de análise previsto em lei?
- No caso de reequilíbrio econômico-financeiro no sentido estrito, quais os cuidados na análise? Quando ela deve ser global, e não pontual?
- Quais os cuidados na análise de pleitos de dilação de prazos? Como separar o que a contratada tem de direito e os impactos financeiros na aceitação da dilação de prazos?
- Como as penalidades devem ser aplicadas para gerar ação corretiva nos contratos e evitar responsabilizações dos gestores?
- Qual a finalidade das fichas de composição dos serviços durante a execução das obras? Podem ser utilizadas para melhor definição dos serviços? Ausência de insumos nas fichas de composição justificam acréscimos de valor contratual?
- O fiscal deve acompanhar a disponibilidade orçamentária das obras contratadas? Quais os cuidados quando há cortes e remanejamentos orçamentários? O que pode ser imposto ou não à contratada?
- Como analisar o interesse público nas possíveis nulidades contratuais? Contratos irregulares podem ser mantidos?
- No pleito de dilação de prazos, como proceder para analisar o ajuste de cronograma? Toda alteração de escopo garante ao contratado dilação de prazo? Quais impactos financeiros na aceitação da dilação de prazos?
- Nos contratos com matriz de riscos, quais os cuidados na análise de pleitos? A matriz poderá ser alterada durante a execução do contrato?
- Como deve ser realizado o recebimento de obras? Qual a diferença entre recebimento provisório e definitivo? O que é inexecução e o que é pendência de recebimento? Qual o impacto na classificação equivocada?
Objetivo
De forma prática, o curso visa apresentar respostas aos principais questionamentos e dúvidas relacionadas aos processos de planejamento, licitação e contratação de obras e serviços de engenharia. O professor apresentará as principais dúvidas em forma de perguntas diretas, justificando as respostas conforme boas práticas de gestão, com colocações alinhadas de acordo com os preceitos legais.


